Crônica,  Silvia Pereira

Despedidas

Hoje não tenho palavras

Não jorra palavreira do meu luto

Não transborda alma na forma escrita.

Hoje só brotam despedidas de meus dedos

Oro

Que partam em paz todas as minhas perdas

Que vivam melhor na próxima vida

Que amem tanto ou mais

Que vivam para sempre

Virem estrelas

Sejam para sempre luz!

Perdemos o LAU BAPTISTA

Vai em paz, meu amigo!

Os anjos te guardem.

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